
A retenção de líquidos é a acumulação de líquido que passa das veias para o exterior (espaço intercelular) e provoca inchaço na zona afectada.
A retenção de líquidos é um transtorno metabólico que consiste na acumulação de água no organismo, normalmente nas pernas, abdómen ou mãos, provocando inchaço (edema). Esta manifesta-se quando o nível de líquidos ultrapassa os 75%.
Causas
Deve-se a um desequilíbrio no sistema hormonal que regula o nível de líquido no corpo. Pode ser causado por excesso de sal na alimentação, défice de proteínas (as proteínas fazem com que o fígado produza albumina, uma substância que evita a acumulação de líquidos), ou pela escassez de nutrientes (vitaminas C e B6, magnésio, potássio e ácidos gordos ómega-3 e ómega-6).
Sintomas
Inchaço, cãibras, fraqueza, palpitações e mal-estar. Também pode ocorrer queda de cabelo, alergias, unhas quebradiças e tónus muscular debilitado.
Tratamento
Aconselha-se uma mudança dos hábitos alimentares, com uma dieta rica em proteínas (aves, peixes e legumes), frutos secos, verduras e frutas. Além disso, nunca esquecer que é muito importante a ingestão de muita água, especialmente em épocas muito quentes, não só para evitar a retenção de líquidos, como para evitar desidratação.
Cuidado com o sal. Os principais culpados do excesso de sal (sódio) na comida são a fast food, os alimentos pré-cozinhados, o queijo, os snacks e aos enchidos. Tente evitá-los e escolha os que têm pouco sal.
O desequilíbrio hormonal que provoca a retenção de líquidos também pode ser produzido por doenças cardiovasculares, gravidez, síndrome pré-menstrual, alterações no fígado ou nos rins e alguns fármacos. Por isso, é importante que seja o médico a determinar qual o melhor tratamento a seguir.
Cuidado com o sal. Os principais culpados do excesso de sal (sódio) na comida são a fast food, os alimentos pré-cozinhados, o queijo, os snacks e aos enchidos. Tente evitá-los e escolha os que têm pouco sal.
O desequilíbrio hormonal que provoca a retenção de líquidos também pode ser produzido por doenças cardiovasculares, gravidez, síndrome pré-menstrual, alterações no fígado ou nos rins e alguns fármacos. Por isso, é importante que seja o médico a determinar qual o melhor tratamento a seguir.










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